PAULO FONTENELLE DE ARAUJO

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PICHAÇÕES EM SÃO PAULO


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Como o fluxo contínuo do córrego poluído,
como um acúmulo de folhas na praça suja;
o pixador na cidade de São Paulo
escreve no muro a palavra absurda:
SCAVS.
SCAVS é a marca deste pixador no mundo.
Ao lado, outras marcas aparecem
e desprezam a cor amarela da parede:
MARFE, SUAME, MÓRFICOS, GOSMA.
Não havendo compreensão alguma
além do nada,
surge na rua mais registros em preto:
SKIMA, BONDES, RATO.
Mais à frente,
no paredão lateral sem luz do prédio,
outro pixador avisa
o que nunca foi pra saber.
Carimba então a palavra DEDO.
E como não quis nem pensar na hipótese:
“Já que não há estrelas no céu da cidade,
eu aponto”.
diz também:
MOSCA
MOSCA como o inusitado esterco na calçada
e a enorme culpa dos cães.
Um terceiro meliante por isso anota,
durante a madrugada canina,
o nome da sua pseudo-tribo:
GERSONS
e depois pinta de azul.
O Gerson nem lembra
que ainda precisa trabalhar
Na rua há uma desesperança.
Um pichador mais douto
além do nada,
marca um verbo
e uma interrogação:
SERÁ?

 
   
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