ANTÔNIO MURILO COSTA

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IMPLACÁVEL TEMPO


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IMPLACÁVEL TEMPO

Guerreei com o tempo e saí derrotado:
Sou apenas um corpo velho e decadente
Em declinada lembrança do que fui...
Tempo, tempo, tempo... Oh implacável
Tempo que não me deu tempo de ser feliz.
Olho para trás: poeira na estrada perdida.
Qual o futuro que o tempo me reservou?
Um abismo sem fim: o encontro comigo.
E não aprendi a voar. Nem soube sorri.
Fechei a minha porta. Amei a solidão.
O tempo passou e a lei da gravidade
É a pena máxima para o meu fardo...
O que me resta ainda? Morrer agora
E bêbedo do tempo zombar da morte.

 
   
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