LUNA DI PRIMO

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DE DEUSA À DEMÔNIA


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Traga-me a taça, pelas bordas, de dor!
E traga mais outra, quero beber, até cair.
Eu quero sofrer e sofrer e matar este amor,
Que de ambos, nenhum resquício vai existir.

Traga-me a taça do adeus, pelas bordas, faça o favor!
Secá-la-ei, como se seca a roupa, esquecida no varal.
Chega de sonhos que se transformam em horror.
Cansei, esfolei, tesei, não quero mais saber de amor e tal!

Agora, só quero brincar com tudo que me fez sofrer.
Passado ou presente, tanto faz, tudo é quente e mente.
Vou deitar e rolar, é assim que se diz, no popular, quero ver
Dançar o vai não vai, o estica encolhe e tudo que se invente.

Vou pisar e rodopiar, como sempre disse fazer.
Fui acusada de humilhar, quando eu queria amar;
E não me digam do retorno, não me interessa saber.
Agora, sim, de deusa a “demônia”, custe o que custar.

Exijo o silêncio de todos, e ai de quem se pronunciar
E fizer minha pressão se elevar, vai pagar vulto,
Porque, não mais, serei a bobinha de acreditar e confiar.
Em qualquer circunstância, ganhar e barganhar, sem indulto.

Vou me afundar nesta dor e cobrar o valor que pago.
Por amor, por um amor verdadeiro, eu esperei tanto..
Em prantos me derramo, pensei tê-lo encontrado.
Agora é a minha vez, pois de ilusão, perdi o encanto!

Amoooor...
A deusa chama, em chamas, nas chamas, no desejo de ser feliz...
Ahaha
É assim, que a demônia enxerga a felicidade que a deusa quis...

Num canto...
Sem encanto...
E em pranto...
Mas nem tanto...

 
   
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01/04/2018 07:46:20
Sentimentos revestidos em poesias! Parabéns!
Comentado por: CLÁUDIO JOAQUIM DOS SANTOS BRAGAData Cadastro: 01/04/2018 07:46:20

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