TÂNIA DU BOIS

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JOGO DA VIDA: SEI DO MEU TAMANHO


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JOGO DA VIDA: SEI DO MEU TAMANHO
por Tânia Du Bois

Na feira do livro, reunidos para o cafezinho, a professora Suzana Einloft disse: “sei do meu tamanho”; sua realidade viva. É abrir as cortinas quando reconhecemos o “nosso tamanho” diante das situações. Também, autossuperação ao não espalharmos a fronteira construída de acordo com as nossas possibilidades e potencialidades, dentro do que percebemos. É o melhor que pode acontecer e, também, pode ser o pior, porque é o abrir as cortinas para o mundo, sacudindo a mesmice do momento. Para Getúlio Zauza, “... Tudo depende da consciência e seu alcance; / é preciso ser mais veloz do que a luz / e ser capaz de percebê-lo num relance...”
Chegado o momento em que, para desenvolver o pensamento e atingir os objetivos, precisamos do olhar diferenciado; do desejo de nos revoltar nos momentos em que abrimos a cortina e nos fazemos valer pelo “nosso tamanho”. É o retrato dos momentos em que rompemos com a rotina e nos renovamos, para sermos nós mesmos; nós e a nossa bagagem cultural, que representa o “nosso tamanho”, nem que seja para não passarmos despercebidos até que ressurjamos para atingir novas etapas, como exemplo de permanência. Nas palavras de Eduardo Alves da Costa, “...concentro-me olhando a vasta porta; / e à medida que avanço, decido / mais estreita me parece a abertura...”
É momento único o reconhecer o “nosso tamanho” como processo de liberdade de expressão, como base fundamental da importância de cada um sobre a preocupação literária e cultural, que paira sobre todos que rondam o processo criativo e promovem transcendências para mudar o âmbito das conquistas. Não trato da exatidão dos conteúdos, mas da linha para pensar que na vida “real” não há nada mais forte e mágico do que sermos nós, em nosso tamanho. Lou Albergaria retrata, “... Sim, você pode dizer / o que percebe / daí o seu mundo de superfícies / q’eu tô tão lá no fundo / de tudo / que até duvido, na verdade / se você aí fora existe...”
Revela a professora Suzana Einloft a preeminência no “sei do meu tamanho” que, ela completa, desperta crescente atenção ao explicar, sinteticamente, quais são seus limites de conhecimento, suas necessidades, inquietudes e anseios em relação à literatura como cultura. Manifesta-se ao revelar o que pensa e sente, para se elevar no nível mais alto e lá permanecer em cada movimento cultural de conhecimentos literários, que encontramos e criamos como símbolos do tempo. Como em Lou Albergaria, “A grife Hilda Hilst anuncia / camisetas e canecas e / até 3 vezes sem juros! // Entretanto / poesia é só à vista / e / é preciso coragem / pra vestir (em si mesmo) o gato morto.”

 
   
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