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“FOI GOLPI” (P)


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Rio, 31/03/2019.

O tédio
No brejo
Do sapo
Barbudo,
O remédio
É cantar
Até partir
O espelho
D’água.
As mãos
Do sapo
São limpas
Que lava
À jato.
No primeiro ato
Pensam expurgar
O santo sapo,
Adorado
No brejo,
Mais santo
Que tudo,
O sapo
Barbudo.
Rãs e pererecas
Espremidas
No lago
Com loucura
Pelo sapo!
Sem olhos,
Sem ver,
Sem mente
Para pensar,
Prostitutas
No saber
E tão santas
No debater,
Não aceitam
A controvérsia.
Têm mentes
Encardidas,
Pois estavam
Na lama podre
Mergulhadas.
Todos santos
Em promiscuidade!
As marionetes
Do sapo
Barbudo
Com mentes
Lavadas,
Ensinadas
Em poucas palavras,
Numa retórica
Sem chão
E sem emoção,
Só sabem dizer:
“_ FOI GOLPI!”

 
 

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