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TUBARÕES NÃO PRECISAM DE SANGUE


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GRANDES TUBARÕES NÃO PRECISAM DE SANGUE

O tubarão nega o molho da perna humana
e para a câmera do mergulhador,
sorri do fundo do seu mar.
O tubarão dispensa o gosto
da perna de borracha
e para a câmera do documentário,
ele mantém o rumo.
Segue a imagem única da morsa dromedário.

Quantas crianças pulam diante da tevê,
para o tubarão imenso que passa e sorri.
Não há dentolas em seu sorriso,
apenas o grande apetite exposto
para o momento certo no fundo do oceano.

A criança deve aprender algo do tubarão.
Somente quem sobrevive é o macho-alfa,
os machos se espalham pelo mar,
podem copular com pedras
e com ostras gigantes
sem acharem gosto
em prontas pernas de borracha
e aguardam a hora
da janta nutritiva,
causa de um princípio ativo
(ainda não perdido em nossa superfície):
apenas a morsa dromedário
é bela, tenra, fêmea.

Mas foi extinta há milênios.

DO LIVRO: AS ONDAS AMAM

 
   
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