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OS SUBMERSOS


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Se não houvessem mais crianças,
a última criança seria a mais amada.
Se desaparecessem os idosos,
o último seria o mais querido
Se chegasse o fim dos homens,
armaduras com seus pontos de Adão,
o último seria proclamado
algo transcendental.
Se atinassem a redução das mulheres,
a última seria mitificada,
deitada em um jardim luminoso,
tudo se disporia neste contorno basal.

(O mundo tem o amor e beleza
medidos pela desaparição).

Se a pele negra sumisse,
o último negro receberia a benção
de um Deus branco vexado,
afetado pela perda.
E se a pele branca esgotasse,
somente no último branco,
a transparência seria a fronteira
para a desafetação de viver.

E se deixassem de existir poetas?
Respondo.
Somente os poetas permanecerão.
Há poesia em todas as obras:
na fórmula química,
na forma parafuso
na canção atonal.
Mas se mesmo assim imaginarmos,
o fim dos trovadores;
a última rima,
pela falta da musa,
todos então perguntariam:

“Eles mexiam nos mundos?”
"Existia poesia no fundo, no submerso?
“O abismo era povoado?"

E dessas perguntas tudo renasceria.

 
   
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